Psico-ambiental

Ciclocidade e o PDE

22/11/2009 · Deixe um comentário

por Mona Caron

O Plano Diretor estratégico (PDE) da cidade de São Paulo sofreu diversas pressões para ser alterado nos últimos meses. Existe nele uma regularização para o que pode ser construído, onde, e a que preço. Por exemplo, é mais barato construir prédios comerciais onde não há tantos. E residenciais onde há falta destes.

Assim busca-se um equilíbrio entre moradias e postos de trabalho, fazendo com que diminuam as distâncias a serem percorridas no dia a dia. Graças a movimentações da sociedade civil a revisão do PDE tomou um caminho diferente. Alguns vereadores quase (triste esse quase…) perderam seus mandatos, por terem recebido verbas irregulares para suas campanha de setores ligados à construção civil.

O que a associação ciclocidade, prestes a nascer têm haver com isso? Segundo Paiva “Uma ciclocidade seria uma cidade cuja mancha urbana estaria contida em um circulo de seis quilômetros em torno de sua área central, ocupando, portanto, uma área de 113km².” Não é o caso de São Paulo como todo, mas pode ser o caso de São Paulo se seus bairros forem minimamente planejados, como proposto pelo PDE.

É possível melhorar cidades. Por exemplo New Castle, no norte da inglaterra que antes era conhecida por seus altos níveis de poluição atmosférica, esse ano foi eleita a cidade mais verde deste pais. Aqui mesmo temos o exemplo de Cubatão, que na década de 80 era campeã em níveis de poluição e hoje já recebe novamente visitas de pássaros migratórios que haviam sumido.

estudos que ligam a saúde das pessoas à qualidade de suas moradias, e morar com qualidade certamente também inclui não ter de se sentar no interior de um carro por três horas todos os dias. São horas em que as pessoas dedicam sua atenção apenas ao ato de dirigir, ou pelo menos assim o deveriam. Enorme desperdício de tempo que poderia ser minimizado caso existissem planos de longo prazo para as cidades, e que atendam aos anseios de seus moradores. Uma pena que o que vemos é o mercado da construção civil e da especulação imobiliária com as rédeas na mão.

Neste momento estamos a construir a São Paulo de 2020, uns pensam em mais pontes para carros (já licitadas) outros em pontes para pedestres e ciclistas, em um rio mais limpo em ruas seguras. É ai que a associação busca inserir se, no sonho de uma cidade que leve mais em conta a dimensão humana. E certamente viver a cidade sobre uma bici é mais humano que vivê-la de dentro de um carro a 60km/h.

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Ciclocidadãos

19/11/2009 · Deixe um comentário

Participe do Ato de Fundação da Ciclocidade

No próximo dia 25 de Novembro, você está convidado a fazer parte da fundação da Ciclocidade – Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo.

A Ciclocidade pretende ser a voz de quem utiliza ou gostaria de utilizar a bicicleta no cotidiano, atuando na defesa do interesse dos ciclistas e na promoção do uso deste veículo na região metropolitana.

Acreditamos que a bicicleta desempenha um papel ativo nas cidades e sociedades do século XXI, ajudando a construir comunidades vivas e solidárias no território urbano, economizando recursos naturais cada vez mais escassos e promovendo a saúde e o bem-estar da população.

A Ciclocidade é resultado da articulação de dezenas de ciclistas que já participam ativamente em diversos fóruns, grupos, discussões e ações em favor da bicicleta.

Sabemos que o desafio em São Paulo não é simples, por isso a sua presença é fundamental. Queremos uma associação forte, democrática e plural, que defenda o interesse do ciclista e colabore na construção de uma cidade mais justa, humana e sustentável.

 

Ato de Fundação da Ciclocidade – Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo

Local: Espaço Contraponto (rua Medeiros de Albuquerque, 55 / mapa: contraponto55.ato.br/como-chegar)

Horário: 19h

** Para continuar a receber informações sobre a Ciclocidade, por favor clique neste link e confirme a inscrição sua inscrição ou visite este outro link para cadastrar outro endereço **

 

Informações:contato@ciclocidade.org

 

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Mais um dia 14

17/11/2009 · Deixe um comentário

No sábado passado, mesmo dia em que um grupo de ciclistas homenageava dois cidadãos atropelados na zona sul da cidade de São Paulo, não longe dali no município de São Bernardo outro atropelamento seguido de morte a um ciclista aconteceu.  Ele estava em cima da calçada, e foi atropelado por causa de um racha… Ok, o motorista está preso, será indiciado por homicídio doloso, com intenção de matar. Mas isso basta?

No mesmo fim de semana o conhecido programa fantástico falou da imprudência no trânsito, não assisti,  será que falaram da falta de multas? Seria bacana se cogitassem parar de transmitir a F1 esse evento que nada de esportivo têm. Só faz com que o imaginário das pessoas se volte ao sonhado primeiro lugar no próximo farol.

Foto do dia 13, acidente na Radial Leste.

Alan Morici/Futura Press

O motorista, que não sobreviveu, era policial, diz a matéria. Se nossos policiais dirigem desta forma nas madrugadas paulistanas, o que esperar de um jovem inexperiente? A constante sedução exercida sobre este jovem ao longo de sua vida (inclusive por corridas) incentiva um comportamento transgressor que raramente é punido. Como citamos algumas vezes aqui multas são raras e quando são aplicadas tendem a ser vistas por muitos como uma “indústria de multas”.

Para perceber o quão raras são, é simples.  Vá a um cruzamento importante da cidade em horário de pico, dê preferência aos que têm marronzinhos. Observe-o por meia hora e veja quantas das infrações cometidas ele anota. Isso por que sua presença já coíbe as pessoas de cometerem as infrações, que em outros pontos são regra. Como o conhecido farol amarelo que quer dizer o que? Atenção… não, aqui em São Paulo não… aqui significa acelera que vc. passa.

Enquanto isso morrem pessoas aos montes, todos os dias. Uma guerra não declarada que privilegia aqueles que dirigem com suas cabeças cheias de vento, atrás de airbags, barras de proteção lateral e outras parafernalhas.

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Dia 14… 10 meses depois.

14/11/2009 · 2 Comentários

Mais uma triste bici fantasma é fixada, dez meses depois da morte da Márcia. Agora no Largo do Socorro, zona sul de São Paulo, e desta vez acompanhada de uma vassoura branca em homenagem ao gari Antonio, que junto com o ciclista Fernando esperava abrir o farol no largo do socorro.

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Ao invés de fazer a curva à direita foi reto o ônibus. Na direção onde, nesta foto, se encontram seus colegas de profissão.

Ali ajudaram a  deixar uma mensagem. Mensagem cheia de vida…

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No trânsito há vidas. Vidas em trânsito!

Um espaço para o encontro, para o potencial reencontro, é isso que devem ser as ruas, não espaços de disputa e desencontros. Como fica a cabeça de quem perde uma pessoa querida numa situação como esta? Como as crianças destas familias ficarão tranqüilas numa travessia agora? Haverá um suporte para estas por parte da companhia de ônibus? E os varredores, com que cabeça cuidarão daquele setor?

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O triste encontro de uma bici e uma vassoura.

Resta nos lamentar mais este triste episódio e de alguma forma trabalhar para que estas homenagens se tornem o mais raras possíveis. Pesa saber que várias esquinas, vários espaços de nossas cidades estão tão violentos. Sujeitos à lei do mais forte, e a uma irracionalidade do individualismo que busca constantemente solucionar problemas coletivos de forma individual.

Poderiam ao invés de fazerem o mono-trilho para a copa, que vai do aeroporto ao estádio pensar em outros caminhos, pensar em fazer na rua mesmo um bonde do terminal Varginia ao Sto. amaro, ou do Sto. Amaro ao Bandeira, ou os dois. E deixar que os convidados da copa, usem taxis para ir ao estádio.

O governo parece estar fora dos trilhos, sem objetivo… ou com objetivos equivocados passa a  investir no que acredita trazer mais frutos políticos.  Pode ser que num primeiro momento chiem todos ao transformar um corredor de ônibus em bonde. Mas não podemos ir  numa direção oposta ao que precisamos. Cada passo na direção errada nos afasta mais de nossos objetivos.

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Peça de arte em frente a assembléia do estado de São Paulo

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Falta luz, falta água, falta vergonha…

11/11/2009 · Deixe um comentário

Apagão geral, falta de água no dia seguinte em diversos bairros paulistanos.  O problema foi em Itaipú entendemos…  Como brincaram, será que tivemos eventos sobrenaturais?

Torres

Longas linhas de transmissão..., quanto se perde nesse caminho todo?

Não…, os problemas foram meteorológicos nos explicou o governo.

Há governos que incentivam a adoção de painéis fotovoltáicos por moradores, assim cada um além de ser consumidor produz energia. Países cuja insolação de longe não é igual a nossa. Isso torna o sistema mais seguro por que há muitos pontos de produção. No fim do mês, a diferença entre o que entrou, e o que saiu, será sua conta. Pode até ser positiva esta.  Se tiveres um estacionamento então…, podes lucrar alto. E isso evita as longas linhas de transmissão, onde se perde muita energia, e custam fortunas.

Aqui nem aquecedores de água são tão óbvios. Ele se paga em pouco tempo e poderia ser obrigatório, ou talvez, devesse ser. Modelos de aquecedores industriais poderiam ter o IPI reduzido, uma forma de imposto verde que começa a aparecer para geladeiras. Quem quiser pode até construir um aquecedor de água para si, empenhando  seu tempo, e um pouco dinheiro, os ASBC.

Esses painéis foto-voltaicos, se forem ligados a bombas de água durante o dia, podem bombear água para cima. De uma represa inferior para uma superior. Assim armazenamos a energia para a noite, sem precisar de baterias químicas. Tanta coisa boa por ai, e no que pensamos? Liberar as cavernas para serem alagadas. Grande idéia… dá vontade de mandar esses políticos tomarem em Iatipú… aquele monte de água represada que literalmente acabou com as sete quedas, que infelizmente muitos só pudemos conhecer por fotos.

Que possam vir novas idéias, idéias criativas…

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Sobre Casas e Murros

09/11/2009 · Deixe um comentário

Hoje, há 20 anos caiu o murro de Berlin. Uma barreira física que por 28 anos dividiu também universos simbólicos. De um lado a abalada crença na igualdade de todos, num governo forte que decidia quando produzir o que e de que forma. De outro lado o mundo capitalista onde o estado pouco deve influenciar nas diretrizes de produção e consumo, pois estas se retroalimentariam de forma automática, é a chamada mão invisível que tudo regula. Os dois modelos não funcionaram perfeitamente, sabemos. E infelizmente se combateram ferozmente, criando armas que até hj estão por ai amontoadas em depósitos que custam fortunas para serem mantidos.

A Deutsche Welle, tv estatal alemã preparou uma pág especial sobre o tema.

Pensando nisso perguntamo-nos o por que de a primeira coisa que se constroe em uma casa é o murro? Por que não pensar o jardim que demorará para crescer? Ou a árvore que dará conforto aos que ali passarem ou quiserem sentar para conversar? Não, construímos murros!

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na cidade

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ou no campo.

Será que segregar resolve os conflitos entre as pessoas? Criamos barreiras físicas com essa esperança, assim nem sequer precisamos lidar com o conflito. Melhor evitar o problema, melhor não dizer o que te incomoda, pois vai que o outro diz de ti o que pensa. Já diz Sartre “o inferno são os outros”.

O desafio é derrubar murros reais, criar pontes mentais e simbólicas entre os diversos mundos, o que só é possível por meio de respeito. E quem sabe também pela busca de mais convivência com os outros que com idéias diferentes nos infernizam!

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o que importa é desmontar muitos murros!

 

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Você é. Onde?

07/11/2009 · Deixe um comentário

Chamada

Clique na imagem para a programação completa

Ontem ao ver esse cartaz pensei em três coisas. Primeiro na Professora (sim, essa palavra se escreve em maiúsculo!!) Eclea Bosi, que trabalhou este tema de identidade com o meio. Nos falou sobre a importância do enraizamento de uma pessoa em seu meio e sua cultura. Isso ajuda em sua saúde psíquica.

Depois pensei num livro de Monty Roberts, “O homem que ouve cavalos”.  Trata descoberta da linguagem corporal destes animais, do adestramento não violento por meio desta. De como um animal passa a lidar com seu meio. Imerso nas enormes pradarias norte americanas, ali uma simples árvore, porém com a envergadura correta, pode por anos ser o local de coçar as costas de uma manada.

Por último lembrei me da vida na cidade, de como o universo geográfico restrito de uma criança passa a se ampliar. Cada esquina passa a ter um significado, emoções se ligam a lugares bem como nas palavras cantadas por Caetano sobre as du(r)as esquinas. Como diz o cartaz, a construção da identidade na cidade é fato.

Assim como a construção da identidade na mata, nas montanhas tibetanas ou nos desertos espalhados pelo mundo. Todos temos em nossos meios referenciais que são importantes para que nos situemos. Estes são tanto geográficos como simbólicos, e estar familiarizado com estes acalma.

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Pedalinas

06/11/2009 · 3 Comentários

pedalinas_novembro09O que sinto ao ver uma mulher pedalando pelas ruas é uma imensa alegria. De alguma forma isso mostra que elas se sentem minimamente seguras nelas. Isso é fator sine qua non para que as cidades possam realizar sua vocação de serem espaços de encontro, onde as pessoas moram próximas e podem conviver nestes espaços compartilhados.

Um dado sobre o trânsito mostrado por Alessandra Olivato, psicóloga social, demonstra que em menos de 10% dos acidentes com vitimas fatais, mulheres estão na direção. Ela questiona a F1, de como apenas homens estão ali, dirigindo no limite e em como este “esporte” parece incentivar uma demonstração de virilidade dos homens atrás de volantes. Os números desta guerra não declarada podem ser vistos num recente documento publicado pela OMS. Um dos números, assustadores, é que metade das vitimas de acidentes de trânsito são pedestres, ciclistas e motoqueiros, os participantes mais vulneráveis do trânsito.

No uso destes espaços públicos muitas vezes usamos uma lógica do privado, mesmo por que a efetividade da fiscalização é mínima, como demonstra o que diz o rodas da paz. A mesma psicóloga cogita que esta disputa do espaço publico por meio de um lógica privada se dê em virtude de um ressentimento social.  Diz disso principalmente em relação a comportamentos agressivos de motoristas de ônibus e motoqueiros, que parecem na condução de seus veículos encontrarem o pouco espaço que lhes pode pertencer em uma cidade tão desigual. Podemos pensar em como estes espaços públicos baniram das ruas as crianças, tá, isso fica para um outro dia…

Descendo de carros grandes e mega protegidos moças, que muitas vezes usam estes como escudo para enfrentar as ruas, demonstram a possibilidade de uma melhoria nas relações com estes espaços. Sinto alegria ao ver moças pedalando, que muitas possam usar a cidade desta forma!

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Psico e Mobilidade III

03/11/2009 · Deixe um comentário

Finados, estradas cheias, acostamentos movimentados. Cynthia Ciarallo, da Universidade de Brasília falou durante o simpósio sobre organizar-se para o delito. De como lidamos com as regras de acordo com nossas conveniências. Se sabemos que não teremos problemas em infringi-las, e no momento é mais cômodo fazê-lo, por que não? Não somos os únicos a fazer isso.

Jane Goodall, Frans de Wall e outros pesquisadores foram citados por Marcos sá de Correa por mostrarem a organização política em comunidades de macacos, e como esta se assemelha com a nossa. Ajuda-se sempre o mais forte, nunca o mais fraco. Faz se de tudo para ficar no poder.

Neste mesmo artigo, ele coloca a visão colorida como trunfo para percebermos a fruta madura ou verde. Vermelha= madura = PARE. Verde= não madura=Vá em frente. Como relata Marcos há quem diga que estes sinais vieram sem modificações, até nossos dias, para os sinais de trânsito.

A Psicóloga Cynthia que citei no começo se pergunta sobre o motivo de ter avisos obrigatórios sobre radares. Onde passamos a colocar uma restrição a velocidade por um estimulo, e não por uma possível conseqüência, confundindo assim sobre o real motivo da restrição. Sendo que multar o comportamento infrator, seja de dirigir no acostamento, passar o farol vermelho ou dirigir acima do limite de velocidade permitido é lei, pouco se cumpre. Porque?

Será que quem dirige pode ser considerado mais poderoso? Será que como os macacos queremos ajudar os mais poderosos para nos aproximarmos de suas benesses? Lembra de um tal de Sarney e das benesses distribuídas?

Como não interessa tornar as ruas mais seguras, vamos enfrentando ruas e estradas cada vez mais hostis.  E quem pode, se arma de veículos blindados para enfrentar a guerra urbana. Assim, a cada feriado de finados, mais e mais familias lamentam as vitimas dessa guerra inútil.

roadnew5

Autor desconhecido, mas genial!

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Sacicletada

30/10/2009 · Deixe um comentário

halloween do saci

Paulista x Consolação 18h (arte: Haase)

Muito interessante a pesquisa sobre o saci relatada no apocalipse. Há uma história parecida sobre o morro do Pai Inácio, em Lencóis BA, que leva este nome em homenagem a um escravo fugido que ao se ver encurralado preferiu a morte à escravidão.

Pensar na grande guerra de canudos…, que ano após ano destroçou forças do exército, principalmente  em virtude do conhecimento de seu meio, e da vontade de liberdade é algo que emociona.

Pela liberdade na cidade ciclistas pedalam logo mais!

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