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Meu voto no Pt, o mensalão e a Universidade no espaço

Ao redor do relógio, que fica na praça do Relógio, na universidade de São Paulo, está escrito: “No universo da cultura o centro está em todo lugar”

Por que voto hoje no pt, mesmo com a questão do mensalão?

Quando fui aluno da psico na usp houveram várias greves, numa delas, em 2000, haviam aulas ministradas no gramado em frente à reitoria.  Naquele momento da minha vida já haviam alguns anos que eu lia jornal e conhecia um pouco as figuras politicas que faziam parte de suas páginas. Uma dessas figuras é o José Genuino, que foi lá dar aula durante a greve, onde pautas salariais e de melhorias nas condições de ensino se misturavam. Lembro algo sobre sua aula, contou de sua militância durante a ditadura e dos perrengues que passou. Mas de uma breve frase nunca me esqueci:  “O direito é formado por deveres.” então explicou o por que dizia isso. Pensei muitas vezes nessa frase quando caminhava pela praça do relógio recolhendo lixo. Pensava que pessoas que nem ao menos jogam seus lixos num lugar apropriado não deveriam ter o direito de estudar ali. Mandei uma carta pra fuvest (nunca me responderam) nela sugeri que colocassem uma questão eliminatória tipo: Quando vejo uma  senhora de idade querendo atravessar a rua na faixa eu devo:

a: acelerar que passo, b: jogar o carro pra cima pra ela aprender que a rua é dos carros, c: gritar pela janela que ela vá pra um asilo, d: parar e deixa-la passar

quem errar algo básico assim não pode entrar numa universidade publica, não têm nível pra isso, mesmo que acerte todas as outras.

Hoje, meio que sem querer, vi o Genuíno indo votar. De cabeça em pé, mesmo condenado por um crime que, desde a redemocratização, sempre ocorreu nesse País que amo; a maldita compra de votos. Vi o roberto Jefferson no roda viva, falando do Dirceu que comprava os pequenos burgueses para fazer a revolução socialista. Escutei da saída do Heródoto Barbeiro do roda viva a mando do sr. Serra que se incomodou com seus questionamentos . Sei que PT e PSDB têm a mesma origem, e que os dois estão tendo a diversos mandatos em níveis federais estaduais e municipais que fazer a triste política vigente de compra de votos. Seja pra fazer a revolução ou pra privatizar as empresas públicas que infelizmente foram a origem de muitos e muitos esquemas de caixa 2 e enriquecimento ilícito. Escutei até que a maior fortuna privada do País têm origem duvidosa  numa estatal.

Me emocionei com o beijo que a Dilma deu na bandeira do Brasil durante sua posse, em frente as corporações militares…, que a perseguiram por acreditar num ideário socialista.

Vivi as melhorias na cidade quando a Martha foi prefeita, as praças começaram a ser cuidadas, inclusive aquela em frente à sede do governo do Estado, historicamente psdbista. A revolução que foi o bilhete único pra quem pega duas ou mais conduções (até o serra fala disso). Os fantásticos CEUS que levaram cultura educação e esportes para onde só havia casas de pessoas que vinham a cada dia servir ” a cidade”.  Arrumar a cama que acolhe os sonhos e pesadelos de uma elite econômica que nem ao menos se senta na mesma mesa para almoçar com as pessoas que lhe servem. Não escuta deles o quanto têm feito diferença em suas vidas as políticas de distribuição de renda que lhes permite não serem reféns e trabalhar para a tia hemenengarda do clube paulistano como disse a Maria Rita Kehl. Sábia pessoa que hj trabalha dignamente trazendo a tona fatos os quais devemos nos lembrar para nos constituirmos e crescermos como povo.

Tenho todo respeito por quem vota diferente de mim hj, mas se “no universo da cultura o centro está em todo lugar” juntei meus cacos (uns tantos a mais que esses aqui) e hj, por uma cidade melhor,  acredito que até o FHC votou no Haddad!

Estórias de viagem

Do céu, as cidades ao longo dos rios, o rio represado, em cima à esquerda, pra gerar energia.

Espaços livres entre os edifícios, cada um olha pra um lado, todos têm vista (e não é a da sopa do vizinho).

No aeroporto de chegada, o veiculo de limpeza, deu vontade de ser gari!

Do trem a reconfortante imagem pela janela. Outro trem, com vagão pra bicis, um transporte planejado para bem atender ao usuário, mesmo que sem o luxo/facilidade do porta a porta de um automóvel, tantas vezes tão supérfluo.

O banco da praça no caminho.

A vaga de carro ocupada pela extensão do restaurante, eles pagam um pouco a mais pra prefeitura, e têm a possibilidade de acomodar mais pessoas ali.

A simplicidade, o aconchego do espaço público. A calçada é ampliada nas esquinas, diminuindo o espaço de travessia, com a faixa de pedestres na altura da calçada fica claro de quem é a preferência. Os paraciclos perto das esquinas, a rua havia sido reformada, nunca a vi com tanta admiração.

Olho no Olho

Política Olho no Olho

Dia 19/7 (terça-feira), encontro com o
Secretário Municipal do Verde e Meio Ambiente

Eduardo Jorge

“Desenvolvimento Sustentável”

Lançamento: Caderno Condutas de Sustentabilidade no
Setor Imobiliário Residencial

A sinergia entre o setor imobiliário e a Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente é indispensável para o atendimento das necessidades imobiliárias da população, de forma alinhada às premissas de sustentabilidade.

Com a atual dinâmica do segmento de imóveis, as diretrizes da Secretaria do Verde são decisivas para garantir o bom desenvolvimento das atividades imobiliárias, no prazo certo e da maneira certa.

Como essa Secretaria está atuando, quais são os principais projetos e planos, como os empreendedores podem contribuir e o que devem cobrar, são temas focalizados em encontro com Eduardo Jorge, titular daquela Pasta, em reunião exclusiva com os associados do Secovi-SP e demais lideranças da área imobiliária.

Trata-se de oportunidade especial para produtiva troca de ideias e apresentação de sugestões, razão pela qual sua presença é imprescindível.

Na ocasião também ocorre o lançamento oficial do caderno “Condutas de Sustentabilidade no Setor Imobiliário Residencial”, fruto de parceria entre o Secovi-SP e o Conselho Brasileiro de Construção Sustentável (CBCS), com apoio da Aelo, AsBea, CBIC e SindusCon-SP.

Conto com sua presença.

Cordialmente,

João Crestana
Presidente do Secovi-SP
Eduardo Jorge

» PERFIL
Filiado ao Partido Verde desde 2003, Eduardo Jorge, 55 anos, é médico sanitarista da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo. Nascido em Salvador, Bahia, é casado e pai de seis filhos. É coautor da legislação constitucional da área da seguridade social (previdência, assistência social e saúde) e autor ou coautor de leis federais, como a de regulamentação do planejamento familiar e da esterilização voluntária; da produção de medicamentos genéricos; da lei orgânica da assistência social; da vinculação de recursos orçamentários para o SUS e da restrição ao uso do amianto. Deixou, ainda, outros projetos em tramitação no Congresso, como a emenda constitucional que propõe o regime parlamentarista para o Brasil.
Principais cargos: Secretário de Saúde do município de São Paulo no governo de Luiza Erundina, de 1989 a 1990, e no início da Prefeitura de Marta Suplicy, de 2001 a 2002; Deputado federal eleito pelo Partido dos Trabalhadores, de 1987 a 2002; Deputado estadual, eleito pelo Partido dos Trabalhadores, de 1982 a 1986.

» INFORMAÇÕES
Data:
Horário:
Local:
Terça-feira, 19 de julho de 2011
Às 12h30
Sede do Secovi-SP
Rua Dr. Bacelar, 1.043
Estacionamento: Rua Luís Góis, 2.100
Vila Mariana – São Paulo
Informações e reservas: (11) 5591-1304 a 1307, ou confirme abaixo sua participação.

Realização

Secovi-SP

Instituição Secovi-SP
O Secovi-SP reserva-se o direito de alterar datas, horários ou mesmo cancelar programas por motivos alheios. Nesses casos todos os inscritos serão préviamente avisados.

Obrigado Marina, bom recomeço!

Depois de muito ler e pensar decidi colocar esse texto aqui, poderiam ter sido outros. A política em nosso pais está muito embaraçada e o texto trata disso. Ela precisa fazer parte da vida das pessoas em seu dia dia na assembléia do prédio, na associação do bairro e até mesmo nas famílias. Por mais que eu goste de quem eu penso ser a Marina, não podemos depender dela ou de qualquer outra pessoa que nos venha como salvadores da Pátria, todos precisamos agir, participar. Tenho minhas dúvidas se a melhor forma de fazer isso é adicionando mais partidos políticos ao caldo de 14 que já temos. Meu sentimento de inquietude é enorme percebendo as movimentações políticas esdrúxulas  na cidade de São paulo. Bom, segue o texto que acredito que vale ler:

Recomeço

Pouco antes de ter oficializada a minha candidatura à Presidência da República, em junho de 2010, encerrei minha participação como colunista deste jornal. Despedi-me apontando para a extraordinária força política da sociedade e insistindo na urgência de nos mobilizarmos para mudar os rumos do país.

Não falava de forma genérica, mas, sim, da prioridade de começarmos a sair daquilo que a muitos parece ser um destino patrimonialista inexorável, em direção ao aperfeiçoamento da democracia, com prevalência de valores coletivos e do interesse público.

Reiterei a certeza de que somente a militância civilizatória da própria sociedade poderá nos levar a outro patamar de desenvolvimento. Por coincidência, retorno logo após outra grande decisão: minha desfiliação partidária. Agradeço à Folha a nova oportunidade de compartilhar com seus leitores esse momento de intensa reflexão sobre como seguir contribuindo para ampliar a causa da sustentabilidade.

Ao deixar a vida partidária, não rompi com a compreensão de que as instituições públicas -entre as quais os partidos- só poderão ser consideradas como tal se forem abertas à participação de todos. Nelas, afirma-se a existência ou não da democracia.

No debate e no confronto de ideias, na ação dos diferentes atores políticos, as instituições públicas constituem o instrumento que garante o cumprimento dos preceitos constitucionais e dos direitos fundamentais.

O Estado democrático contemporâneo é uma obra de engenharia política a todo momento confrontada com desafios que o obrigam a se reinventar, mas um fator nunca muda: os governos e quaisquer instâncias representativas precisam ser legitimados pela sociedade, ainda que as autoridades sejam ungidas, pela lei, com responsabilidades e prerrogativas de poder. Isso só funciona se as autoridades não esquecerem qual é a fonte real do seu poder.

Nem sempre é compreendido que a necessidade de respostas, a ação e a reação são direitos da sociedade, e quando eles não são exercidos, quem perde é a democracia.

É preciso que o cidadão tome nas mãos o que é seu e faça valer sua vontade, inclusive a de mudar o sistema político. É como um circuito elétrico, que só terá valia se houver energia a circular nele.

Sem interação com a sociedade, as instituições públicas tornam-se arcaicas, mera soma dos interesses privados de muitos matizes, diminuídas e empobrecidas pelo clientelismo de tempos imemoriais.

O mundo de múltiplas crises em que vivemos é o mesmo que nos possibilita múltiplas respostas. A questão é como ajudar a constituir e a viabilizar um novo idioma político, que nos auxiliará a resolver a estagnação civilizatória a que estamos submetidos.

Marina Silva, ex-senadora pelo Acre, passa a escrever para a Folha às sextas-feiras.

Quem dá mais?! Sampa à Venda!!!

Clique na imagem para ver o site do PreservaSP

Seguindo a máxima de socializar os custos (do itaquerão) e privatizar os benefícios (da venda deste quarteirão), a câmera de vereadores paulistanos, às 23h da quinta feira, votou em primeira plenária e na noite de sexta feira (01/07) em segunda plenária pela venda deste terreno público bem localizado.

Seguem abaixo os nomes dos vereadores dos vereadores que votaram a favor da venda de um quarteirão inteiro de área pública no Itaim para o setor imobiliário (clique aqui para ver o local).

Essa área pública que será demolida para a construção de prédios, trará enorme lucro para grupos privados e varrerá do mapa:

– a Biblioteca Infantil Anne Frank ,

– a EMEI Tide Setúbal, a Creche Santa Teresa de Jesus (que ocupa um imóvel do início do Século 20 ) ,

– a Unidade Básica de Saúde Magaldi,

– a Escola Estadual Integral Prof. Ceciliano José Ennes,

– a APAE ,

– o Centro de Apoio Psicológico e Social/CAPS III,

– e o Teatro Décio de Almeida Prado ,

equipamentos públicos que estão lá há anos e funcionam de forma exemplar .

A Prefeitura alega que o dinheiro é para construir creches mas a justiça afirma que o que for arrecadado com a venda será destinado ao pagamento de precatórios !

Que lógica é essa ??!! Vender e destruir equipamentos públicos que funcionam enquanto temos carência dos mesmos na cidade , destruir uma enorme área verde pública em uma região com déficit em vegetação , destruir o patrimônio histórico apagando nossa identidade ??!!

Dinheiro para construir creches , hospitais e escolas não falta pois a mesma câmara de vereadores acaba de aprovar a concessão de incentivos de mais de $ 400 milhões para que o Corinthians construa o seu estádio …..

O setor imobiliário agradece a sensibilidade dos nobres e agora mais ricos vereadores abaixo:

VEREADORES

PARTIDOS

VOTOS

Abou Anni PV Não votou
Adilson Amadeu PTB Não
Adolfo Quintas PSDB Sim
Agnaldo Timóteo PR Sim
Alfredinho PT Não
Aníbal de Freitas PSDB Não votou
Antonio Carlos Rodrigues PR Não
Arselino Tatto PT Não
Atílio Francisco PRB Sim
Aurelio Miguel PR Não
Aurélio Nomura PV Sim
Carlos Apolinario DEM Sim
Carlos Neder PT Não votou
Celso Jatene PTB Não
Chico Macena PT Não
Claudinho PSDB Sim
Claudio Fonseca PPS Sim
Claudio Prado PDT Sim
Dalton Silvano S/ PARTIDO Sim
David Soares PSC Sim
Domingos Dissei DEM Sim
Donato PT Não
Edir Sales DEM Sim
Eliseu Gabriel PSB Não
Francisco Chagas PT Não
Gilson Barreto PSDB Sim
Goulart PMDB Sim
Ítalo Cardoso PT Não
Jamil Murad PCdoB Sim
José Américo PT Não
José Ferreira (Zelão) PT Não
José Police Neto S/ PARTIDO Sim
José Rolim PSDB Não
Juliana Cardoso PT Não
Juscelino Gadelha S/ PARTIDO Sim
Marco Aurélio Cunha DEM Não
Marta Costa DEM Sim
Milton Ferreira PPS Sim
Milton Leite DEM Sim
Natalini S/ PARTIDO Sim
Netinho de Paula PCdoB Sim
Noemi Nonato PSB Sim
Paulo Frange PTB Sim
Quito Formiga PR Sim
Ricardo Teixeira S/ PARTIDO Sim
Roberto Tripoli PV Sim
Russomano PP Sim
Salomão PSDB Sim
Sandra Tadeu DEM Sim
Senival Moura PT Não
Souza Santos S/ PARTIDO Sim
Tião Farias PSDB Não
Toninho Paiva PR Não votou
Ushitaro Kamia DEM Sim
Wadih Mutran PP Sim

Mais palavras sobre o pv

Domingo que passou o Partido Verde alemão se tornou pela primeira vez governo de um estado, Baden Würtenberg. Não é qualquer estado, é um estado que têm muitas indústrias, inclusive a poderosa Mercedes. Um estado tido como conservador e sem o qual nenhum partido conseguiu governar o País por muito tempo. Existe um claro desejo de um caminho mais verde, e agora também, uma demonstração de confiança nesse caminho.

Por todo o País são nítidos os projetos de energia solar, onde produtor e consumidor são simplesmente todos. O cidadão comum pode aplicar suas economias em placas fotovoltáicas, sua conta de energia será a diferença entre o que foi consumido daquilo que foi fornecido à rede. Com essa política de micro redes  o sistema todo se torna mais seguro. O cidadão comum percebe o efeito positivo em seu bolso, e na economia como um todo, pois vê os empregos que essas práticas verdes têm gerado.

Políticas energéticas, como o estimulo do uso de transportes coletivos, de bicicletas são praxe também. O ministro dos transportes da Alemanha, que já foi presidente da associação de indústrias automotivas, disse em um congresso, que  a salvação dessa indústria é a inovação em baterias e e-tecnologias em geral. Quem conseguir uma bateria boa vai tomar a dianteira de toda uma revolução verde que vêm por ai. Questionado por participantes do congresso sobre uso do espaço nas cidades, e sobre bicicletas ele bem que tentou enrolar, mas acabou confessando que adora ir de bici pro trabalho.

Para a economia verde rodar é importante que haja investimento públicos (coletivos) nesse caminho. Ai percebemos que o ideal esta lá assim como está aqui, o bonde tá partindo. É hora de parar de brigar pelo controle dele, por que ele vai, de uma forma ou de outra, pelos trilhos colocados pelos acontecimentos históricos atuais como os eventos climáticos extremos e a crônica falta de energia; entre outros.

O posicionamento adotado por algum dirigente do partido verde Brasileiro não é representativo do que está no ar. As idéias e ideais estão mais fortes e precisam encontrar solo fértil, real para crescerem e se fortalecerem, só assim os que ainda não confiam em um caminho mais verde passarão a confiar.

2,70 é um roubo

No tampão da obra do largo da batata, pinheiros, foi escrito "2,70 na passagem é um roubo!"

e agora como presente de ano novo espera se que as pessoas que usam transporte coletivo paguem 3 reais por deslocamento… muitas vezes feito em pé, e em ônibus lotados, triste… Nesses dias as ruas da capital já se mostram esvaziadas nos horários de pico, porém os coletivos continuam com pessoas de pé nesses horários. Quem trabalha ainda é quem vai de ônibus, os carros lotam a beira mar, deslocando o caos em apenas alguns quilômetros. Ali Paulistanos desesperados  buscam a paz de seu caos no encontro constante com o mesmo caos.

Pedágio rumo ao litoral, que legal!

E os jornais escrevem que a cidade de São Paulo “quer mais da copa”, não apenas a abertura… Como ponto negativo para os estádios existentes pesa o fato de não possuírem vagas de estacionamento? Solução: construir um novo estádio! Sensato não? Não se propõe vagas nos existentes, nem se argumenta com planos inovadores de transporte coletivo, iniciam se obras para um novíssimo estádio numa área livre que poderia se tornar um parque na cinzenta zona leste. Parque se usa todo dia e estádio duas vezes na semana quando muito.

Somos ricos, o pobre paga estádio, paga salário de deputado e juiz que joga contra ele, por que não pagar 3 paus numa passagem de ônibus pra viajar de pé? E que cale a boca. Se reclamar “descem a borracha” !