Estórias de viagem

Do céu, as cidades ao longo dos rios, o rio represado, em cima à esquerda, pra gerar energia.

Espaços livres entre os edifícios, cada um olha pra um lado, todos têm vista (e não é a da sopa do vizinho).

No aeroporto de chegada, o veiculo de limpeza, deu vontade de ser gari!

Do trem a reconfortante imagem pela janela. Outro trem, com vagão pra bicis, um transporte planejado para bem atender ao usuário, mesmo que sem o luxo/facilidade do porta a porta de um automóvel, tantas vezes tão supérfluo.

O banco da praça no caminho.

A vaga de carro ocupada pela extensão do restaurante, eles pagam um pouco a mais pra prefeitura, e têm a possibilidade de acomodar mais pessoas ali.

A simplicidade, o aconchego do espaço público. A calçada é ampliada nas esquinas, diminuindo o espaço de travessia, com a faixa de pedestres na altura da calçada fica claro de quem é a preferência. Os paraciclos perto das esquinas, a rua havia sido reformada, nunca a vi com tanta admiração.

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