Ode à Barra forte

Essa bicicleta talvez seja a mais numerosa em nosso Pais. Muitas pessoas vão e voltam do trabalho com ela ou até fazem dela seu trabalho.

Na África do sul parece que o modelo mais comum é um pouco diferente. Mas claramente mantém a característica de ser uma bicicleta resistente  com baixo custo de fabricação.

Pedalar no dia dia é barato, gostoso e proporciona ao ciclista uma saúde melhor.

O freio dianteiro é de varão, ou seja, de uma vara de metal. Diferente do cabo de aço tão comum hoje, o que deixa o sistema todo mais leve, e mais frágil também .

Na traseira parecem ter um freio de Contra-pedal, esse não acaba nunca!

As semelhanças entre as bicicletas daqui e de lá são claras. As dificuldades enfrentadas por seus povos são semelhantes. E a ajuda prestada por este meio de transporte é igual. Dispositivo que  trabalha muito, por pouco. Já ouvi dizer que ela foi essencial para a logística vietnamita durante a guerra que destroçou o pais.

Lord Baden Powell, fundador do escotismo, num retorno a Londres depois de um tempo na África se impressionou com a bicicleta que naquele começo de século 20 começava a se tornar popular. Ele disse que para as pessoas na cidade ela representa o mesmo que um cavalo em uma área rural/natural. Não sendo outro o motivo pelo qual muitos alemães tratam a bicicleta por Drahtesel que numa tradução livre quer dizer burrico de arame.

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Uma resposta para “Ode à Barra forte

  1. muito legal !
    Haase

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