Você é. Onde?

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Ontem ao ver esse cartaz pensei em três coisas. Primeiro na Professora (sim, essa palavra se escreve em maiúsculo!!) Eclea Bosi, que trabalhou este tema de identidade com o meio. Nos falou sobre a importância do enraizamento de uma pessoa em seu meio e sua cultura. Isso ajuda em sua saúde psíquica.

Depois pensei num livro de Monty Roberts, “O homem que ouve cavalos”.  Trata descoberta da linguagem corporal destes animais, do adestramento não violento por meio desta. De como um animal passa a lidar com seu meio. Imerso nas enormes pradarias norte americanas, ali uma simples árvore, porém com a envergadura correta, pode por anos ser o local de coçar as costas de uma manada.

Por último lembrei me da vida na cidade, de como o universo geográfico restrito de uma criança passa a se ampliar. Cada esquina passa a ter um significado, emoções se ligam a lugares bem como nas palavras cantadas por Caetano sobre as du(r)as esquinas. Como diz o cartaz, a construção da identidade na cidade é fato.

Assim como a construção da identidade na mata, nas montanhas tibetanas ou nos desertos espalhados pelo mundo. Todos temos em nossos meios referenciais que são importantes para que nos situemos. Estes são tanto geográficos como simbólicos, e estar familiarizado com estes acalma.

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